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Notícias de Santa Teresa

Evento acontece nos dias 20, 21 e 22 de maio.
Nuno Mindelis é um dos destaques que se apresentam no festival.

Com a proximidade da 5ª edição do Festival Internacional de Jazz & Bossa de Santa Teresa, a expectativa é de que cerca de 15 mil pessoas compareçam à terra dos colibris, na região serrana do Espírito Santo, durante sexta-feira (20), sábado (21) e domingo (22). Os shows vão custar R$ 33 (meia) na sexta-feira (20) e no sábado (21) à noite e apresentações gratuitas no sábado (21) e no domingo (22) durante o dia.

Grandes nomes internacionais do jazz, bossa nova e blues, como Mark Lambert & Quinteto Radio Swing, Nuno Mindelis e The Teardrops Blues Band estarão reunidos no festival, que estará concentrado no Parque de Exposições da cidade.
Em entrevista, o organizador do evento José Olavo Médici disse que a expectativa de público para o festival neste ano é de 6 mil por dia.
“Nesses quatro anos de Jazz & Bossa temos nos aprimorado no treinamento e capacitação da rede de hotelaria e comércios da cidade para garantir ao turistas as melhores condições de receptividade possível”, garante.
Segundo ele, as informações são de que as vagas em hotéis e pousadas já estão quase completamente preenchidas. Quem ainda não garantiu hospedagem ainda pode procurar por aluguéis de casa ou serviço de cama e café.

Além dessa opção a empresa de turismo Fomatur está com vans que farão o transporte das pessoas da grande Vitória até Santa Teresa durante o evento.
A passagem está no valor de R$ 75 e o pacote passagem e ingresso para a sexta (20) custa R$ 105, no sábado (21) o preço do pacote é de R$ 125. Já no domingo (22), não haverá cobrança de ingressos.

Serviço:
5ª edição do Festival Internacional de Jazz & Bossa de Santa Teresa
Data: 20, 21 e 22 de maio
Horários: Sexta, de 20h à 1h; Sábado, 11h30 à 1h e Domingo, de 12h às 14h30.
Local: Parque de Exposições de Santa Teresa
Ingressos: Sexta-feira: R$ 33 (meia); Sábado: Gratuitos, de 11h30 às 14h, e R$ 33 (meia), a partir de 20h30; Domingo: Entrada gratuita.
Pontos de venda: Ranking, Vollare Viagens, Órbita Rock, Ademar Cunha e Loja da Belinha, além do site meubilhete.com.

No próximo dia 30 de janeiro, um sábado, o Bloco Sujo, em Santa Teresa, completa 10 anos de folia. A previsão de público dos organizadores é de aproximadamente 2 mil pessoas, desfilando suas fantasias ao som das marchinhas, pagode e do irreverente “Xou da Xuxa”.

“A animação fica por conta das bandas Show Leopoldinense, que vai do posto de combustíveis, até a praça central. No palco, haverá apresentação da banda Sambanejo, que está com o bloco desde que a festa começou a ter apresentação musical”, disse a bancária Rogéria Porchera, uma das organizadoras do bloco.

Em seguida, haverá uma homenagem à rainha dos baixinhos, com o Xou da Xuxa, apresentação feita por moradores da comunidade. A festa, que começou como uma brincadeira entre amigos no distrito de Santo Antônio do Canaã (Patrimônio) cresceu e hoje abre o calendário oficial de eventos do município, que tem festas consolidadas como o Festival Internacional de Jazz & Bossa e a Festa do Imigrante Italiano.

A Xuxa, ou melhor, o morador Fábio Netto, lembrou que ele mesmo já chegou a construir um palco de madeira para a apresentação, que hoje conta com uma estrutura bem maior. “Nunca pensei que uma simples brincadeira se tornaria uma festa que já está completando 10 anos. Espero que o evento mantenha sua verdadeira essência, que é o Carnaval que queremos, com bastante pessoas fantasiadas e marchinhas. E nossa homenagem à Xuxa, é claro”.

Bloco Sujo
Onde: Santo Antônio do Canaã (Patrimônio), Santa Teresa-ES
Quando: sábado, 30/1/2016
Horário: a partir das 20 horas
Atrações: Banda Show Leopoldinense, Sambanejo e o irreverente Xou da Xuxa

 

Por Chico Zanoni, é professor
Já passava das 17 horas. Dona Alice dizia: Cisquinho (apelido de mãe, não me envergonhava por isso, não era superlativo ou apenas diminutivo. Era só a forma carinhosa de chamar o caçula), vá no seu Virgílio pegar o leite!
Lá ia eu. Leiteira na mão. Era pertinho. Às vezes, o líquido branco chegava pela manhã. Lá ia eu. Só eu. Não era castigo, era a minha obrigação do dia.

Seu Virgílio era um senhor agradável, um pouco sovina, só um pouquinho, mas era. Nessas horas já existia uma pequena fila. Aguardava um pouco. Éramos só jovens, amigos de escola ou da rua. Obrigação dos temporãos.
Ele entregava leite na porta da frente, próximo à escada que dava acesso ao segundo andar, onde ele morava.
A medida dele era confiável, o leite também. Ao fervê-lo, a nata espessa se formava. Nata que Dona Alice recolhia para fazer biscoitos ou pasteizinhos recheados com goiabada.
Seu Orlando Zotelle também morou aí.

Podem querer ter amenizado as rugas e as linhas de expressão do velho casarão, mas, juro, gostava dele daquela forma: sóbrio, romântico e fornecedor de leite e de cimento.

Seu Orly Bassetti comandava, com punhos de ferro, a única casa de material de construção que por aqui existia. Vendia, desde tintas, até o menor parafuso. Era uma casa com escada íngreme, com varandinhas na frente. Bege ou marrom, não lembro direito. Tempos remotos? Nem tanto.
Refiro-me ao sobrado que tem criado polêmica aqui na Terrinha. Sei que está descaracterizado. A aparência não é mais a mesma. Talvez tenha passado por aplicações da tal toxina botulínica, mas a essência continua a mesma.
Podem querer ter amenizado as rugas e as linhas de expressão do velho casarão, mas, juro, gostava dele daquela forma: sóbrio, romântico e fornecedor de leite e de cimento.

Continuo gostando. É a minha história, é a história da Terrinha. Famílias amigas moraram ali. Há uma história ali. Vidas, amigos, saudades, infância. Seu Chico Miguel, Dona Alice, Donas Pinas (a Pretti e a Dalcolmo), Dona Cristina (mãe da Lucinete, da Popa, da Rita, da Cristina e de mais meia dúzia), Frei Angélico e o Estevão. Os Gasparini, os Biasutti, os Croce. Tantos outros. Éramos famílias unidas ao redor do casarão. O casarão do seu Virgílio Bassetti, o vendedor de leite.

Bom dia, Terrinha!
Bom dia, amigos!

Matéria publicada na edição 13, mês junho/2015, página 14 do Jornal Santa Notícia.

 

Em sua terceira obra sobre o tema, Sandra Gasparini traz relatos de famílias de Santa Teresa e cerca de 900 fotografias. O livro tem 484 páginas com relatos  históricos e poemas.

 

1002492_10200639164979093_8663051921679054620_nDisposta a resgatar parte da memória da colonização no Espírito Santo, a escritora Sandra Gasparini fez muitas pesquisas, percorreu propriedades, ouviu relatos de famílias e reuniu fotografias que recontam a chegada dos primeiros italianos ao Estado.Todo esse trabalho está distribuído nas 484 páginas do livro “Santa Teresa do Espírito Santo – História e Memória”, que ela lançou no dia 23 de junho, no Museu Mello Leitão, no município que dá título à publicação. Também houve um lançamento no dia 18 na Biblioteca Pública Estadual, em Vitória. O livro é o terceiro da autora sobre o tema e, somado aos dois primeiros – “Santa Teresa Viagem no Tempo – de 1873 a 2008” e “Santa Teresa Viagem no Tempo – de 1873 a 2009”, lançados em 2008 e 2009, respectivamente – revela 90% dessa história,  garante.“É um relato de como vieram essas famílias. Pesquisei documentos, ouvi muitas histórias no interior. Depois dos dois primeiros livros, aprofundei muito a pesquisa para chegar a este, que servirá para consultas de estudantes na universidade e ajudará na preservação dessa cultura”, ressaltou a escritora. Sandra acrescentou que a história é entremeada por 30 poemas relacionados à temática, além de ser bastante ilustrada. Para se ter  ideia, são cerca de 900 fotografias, entre imagens coloridas e em preto e branco, que ilustram a trajetória das famílias que construíram e povoaram Santa Teresa. A escritora é natural de Santa Teresa e contou que sempre foi apaixonada por pesquisar a história dos primeiros italianos que chegaram ao município. “Sempre fui curiosa e me interessei pelos relatos das pessoas. Ficava ouvindo e fui guardando essas memórias. No primeiro livro, comecei contando a história da minha família, e então decidi ampliar os estudos”, contou ela. Os dois primeiros livros, inclusive, renderam premiações à autora na Itália, devido à relevância de suas pesquisas. A nova publicação, por exemplo, traz uma relação de 50 páginas com nomes e sobrenomes de imigrantes italianos que desembarcaram no Espírito Santo.“Não são apenas nomes deles, mas também o navio em que chegaram, o mês, ano, idade dos imigrantes, de acordo com informações do Arquivo Público do Espírito Santo”, revelou.

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“Sempre fui curiosa e me interessei pelos relatos das pessoas.

Ficava ouvindo e fui guardando essas memórias”

Sandra Gasparini, escritora

 Solenidade marcou a abertura das atividades que serão realizadas em Santa Teresa até dezembro para lembrar o centenário do Patrono da Ecologia no BrasilSONY DSC

Em 5 de junho é comemorado o Dia do Meio Ambiente. Mas a data ganhou um novo significado em 1986, quando o naturalista Augusto Ruschi, que se dedicou e lutou pela preservação da natureza, tornando-se o Patrono da Ecologia no Brasil, era sepultado.
Cercada de simbolismos, a data foi escolhida neste ano para abertura das comemorações do Centenário de Augusto Ruschi. Se estivesse vivo, ele completaria 100 anos em dezembro, e até lá sua memória será reverenciada em uma série de eventos.

A primeira homenagem foi realizada pelo Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA) ­­– o antigo Museu de Biologia Professor Mello Leitão, criado pelo cientista em Santa Teresa em 1949 –, em parceria com a Associação de Amigos do Museu (Sambio).

Augusto Ruschi era um visionário. Ele produziu ciência nessa região, o que é uma marca internacional para Santa Teresa e o Espírito Santo. Paulo Hartung, governador do Estado do Espírito Santo

Durante o evento, foi lançada a Agenda Comemorativa do Centenário, em sessão solene, que teve a presença de autoridades estaduais e municipais, entre elas o governador Paulo Hartung.
“É muito importante estarmos aqui iniciando as comemorações dos 100 anos de Augusto Ruschi, que teve em sua trajetória uma ação que carrega a marca do pioneirismo. Quando poucos brasileiros discutiam o tema ambiental, ele já tinha uma liderança, um protagonismo importante. Celebrar esses 100 anos é celebrar o trabalho, a luta, a militância e a dedicação de alguém que era um visionário”, afirmou Hartung.

O diretor do INMA, Helio de Queiroz Boudet Fernandes, lembrou da criação do museu, que, segundo ele, vem sobrevivendo graças ao ideal de conservação da natureza de seu fundador. “Esse ideal ultrapassa fronteiras, ele é planetário. Instalou-se aqui em Santa Teresa, no Espírito Santo e permanece muito forte”, ressaltou.
Viúva de Ruschi e também dedicada ao museu, Marilande Angeli se emocionou com as homenagens. “Tive o grande prazer de ouvir falas que demonstram carinho por ele. Ruschi deixou um legado que permite que seja lembrado, e essa memória será preservada”, afirmou.

Este evento foi a primeira das homenagens que serão dedicadas a Augusto Ruschi neste ano.  Queremos que ele sempre seja lembrado. Marilande Angeli, viúva de Augusto Ruschi

Frei José, que prestigiou a solenidade, destacou a contribuição do naturalista para a conservação do meio ambiente. “Ele carregou a bandeira da defesa da natureza. Santa Teresa é uma privilegiada. Se hoje o município se conserva tanto, é graças a Augusto Ruschi”, ressaltou.
Morador do município, o professor Antonio Zurlo também participou da homenagem. “Augusto Ruschi tanto lutou pelo meio ambiente e não pensava em dinheiro, riqueza. Foi um batalhador e devemos agradecer muito ao empenho dele no sentido de preservação da natureza, que é nossa própria vida.”

Quem foi Augusto Ruschisanta-noticia_rogeriomedeiros (3)

Nascido em Santa Teresa, no dia 12 de dezembro de 1915, Augusto Ruschi teve uma vida marcada pelo amor à
natureza. Estudou diversas espécies de plantas e animais, tornando-se mais conhecido por seus estudos com orquídeas e beija-flores.
Defensor incansável da natureza, teve papel fundamental na criação de áreas de conservação no Espírito Santo. Morreu em 3 de junho de 1986 e foi sepultado no Dia Mundial do Meio Ambiente, na Estação Biológica de Santa Lúcia, onde realizou várias pesquisas.

Paulo Bonino, fotógrafo e amigo

santa-noticia_fredcolnagoDurante as homenagens a Augusto Ruschi, também foi aberta a exposição fotográfica “Meu Caro Amigo”, de Paulo Bonino, no Museu de Biologia Mello Leitão. Natural de Santa Teresa, o fotógrafo registrou a beleza dos beija-flores e o trabalho de Ruschi nos anos 80, época em que acompanhava as atividades do ambientalista.

 

 

 

 

Matéria publicada na edição 13, mês junho/2015, página 5 do Jornal Santa Notícia.

Fausto Longo, primeiro brasileiro a ser eleito para o Senado italiano, esteve na última quinta e sexta-feira (14 e 15 de maio) em Santa Teresa, região serrana do Estado.

Na ocasião, ele falou da atuação voltada para a comunidade italiana no Brasil e expôs as possibilidades de negócio entre empresas do Brasil e do país europeu.

“O senador conheceu Santa Teresa, que tem forte colonização italiana, participou de um café da manhã organizado pela Fazenda Clube Santa Teresa, com a presença do cônsul honorário Roger Gaggiato, e visitou o Museu Mello Leitão, que é motivo de orgulho do Espírito Santo”, disse Cláudia Pizziolo, diretora comercial do Santa Notícia, que acompanhou a passagem do senador Fausto Longo e do assessor Djalma Granado de Lima pela cidade.

Ela disse ainda que o senador agradeceu a população teresense pelos votos que teve na eleição para o Senado. “Ele foi bastante gentil, gostou muito dos moradores, recebeu presentes e prometeu dar uma atenção especial ao município, por meio de parcerias”, contou Cláudia.

A novidade deste ano é que haverá show na Rua de Lazer, no sábado. Os ingressos vão custar a partir de R$ 20 e serão comercializados pela Blueticket

O que já era muito bom vai ficar ainda melhor este ano. Do que estamos falando? Da 4ª edição do Santa Teresa Jazz e Bossa. Sabe por quê? Agora, além dos shows no Parque de Exposições Frei Estevão Eugênio Corteletti, haverá programação de muita qualidade na Rua de Lazer e nos restaurantes parceiros do evento, com muito jazz, bossa nova e blues.

Serão três dias (29, 30 e 31 de maio) de muita música e o público vai poder mergulhar na cultura de Santa Teresa, por meio dos artesanatos, comida, arquitetura e atrativos da cidade.
Nesta entrevista, José Olavo Médici, da Rota Eventos, que é responsável pela organização do Festival, conta como será a próxima edição. Confira!

Santa Notícia ­– O Santa Teresa Jazz e Bossa terá tema específico?
José Olavo Médici – O Festival tem como foco a sustentabilidade. Este ano, vamos continuar desenvolvendo esse tema.

Qual será a estrutura do evento?
José Olavo: A base do evento será o Parque de Exposições Frei Estevão Eugênio Corteletti. Lá, teremos o palco principal, com iluminação cênica e megaestrutura. Na área coberta, serão 1.000 cadeiras de frente para o palco, além de 1.300 lugares na praça enogastronômica, que contará com seis restaurantes, uma Wine Store e uma choperia. Vamos dar destaque às cervejas artesanais do Espírito Santo. Teremos também estandes de artesanato e agroindústria. Quem comparecer vai desfrutar da mesma qualidade do último festival.

Tem alguma novidade para esta edição?
José Olavo: Para este ano, teremos uma mudança no sábado. Vamos levar o evento, durante o dia, para dentro da cidade, assumindo a programação da Rua de Lazer. Lá, nós vamos ter quatro shows, que vão começar ao meio-dia e prosseguem até as 17h30. Além disso, vamos criar uma programação dentro dos restaurantes parceiros do evento, com músicos tocando em horários determinados.

Quais serão as atrações locais?
José Olavo: Entre as atrações locais estão Finest Hour, Fábio Calazans, Blues Note, Bruno Mangueira, Fames Jazz Band e ainda mais duas a confirmar.

E as nacionais?
José Olavo: Os shows serão com Leila Pinheiro, Yamadu Costa, Artur Maia, Taryn Szpilman e Facção Caipira.

Das atrações internacionais, quais já estão confirmadas?
José Olavo: Mike Stern, Vasti Jackson, Phil DeGreg e The Jig.

Qual será o ponto alto do evento?
José Olavo: A gente deseja que cada momento seja especial. O sábado tem uma carga maior, porque há programação de dia e de noite, totalizando oito shows. Mas temos atrações nacionais e internacionais durante os três dias, e posso dizer que a programação está muito bem equilibrada.

E os ingressos, vão custar quanto e onde podem ser adquiridos?
José Olavo: Os ingressos têm valor definido de R$ 40 (inteira) e de R$ 20 (meia). Pagam meia entrada os estudantes e os maiores de 60 anos. Os ingressos serão vendidos pela Blueticket e vão poder ser adquiridos pela internet, nos postos de venda na Grande Vitória e na bilheteria do evento. Estamos estudando a disponibilização de pontos de venda em Santa Teresa.

Qual a expectativa de público?
José Olavo: A expectativa é de que 12 mil pessoas passem pelo evento. Nosso objetivo é manter o mesmo público do ano passado, que são pessoas que gostam de música instrumental e de bossa.

Qual a importância do Santa Teresa Jazz e Bossa para o Estado?
José Olavo: O Festival vem cumprindo a sua missão de ser uma ferramenta importante para o desenvolvimento sustentável do turismo do Espírito Santo.

Para garantir a segurança, qual é a estrutura?
José Olavo: Um dado interessante sobre o Santa Teresa Jazz e Bossa é que nas últimas edições não houve registro de ocorrência policial na cidade. Além da segurança pessoal, trabalhamos com equipamentos de qualidade para assegurar a integridade física de quem participa do evento, cumprindo todas as exigência legais na montagem da estrutura, disponibilizando ambulância, extintor de incêndio e tudo o que é necessário para se ter um evento 100% seguro, minimizando as chances de imprevistos.

O que o público pode esperar?
José Olavo: Um evento com o mesmo nível dos outros anos. Um Festival com segurança, qualidade dos serviços, respeito ao público com as atrações sendo realizadas dentro do horário previsto e uma programação cuidadosamente escolhida.

O meio ambiente precisa de ajuda. Que tal separar minutos do seu dia para plantar uma semente que vai dar como frutos cidades mais verdes, com flora e fauna diversificadas, um ar mais puro, nascentes de rios protegidas e mais qualidade de vida?

Esse pacotinho do bem que veio junto ao jornal faz parte do projeto Santa Semente, uma ação do Santa Notícia que, em parceria com o Centro Educacional Leonardo da Vinci; Fiore; Instituto Coopeavi; Esfa; Stillo Drywall; Mata Agroflorestal; Nilton Broseghini; Projeto Ecco; Dr. Dionísio Boschetti, da MTrab – Medicina e Segurança do Trabalho; e o médico veterinário Gabriel Pizziolo, visa despertar a consciência ambiental e a sustentabilidade.

Ao plantar essa semente, você está dando, junto conosco, o primeiro passo. E as ações não param por aí. Em breve, mais novidades do Santa Semente.

Plante essa ideia!

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Sobre a semente

» Nome científico: Caesalpinia leiostachya
» Nomes populares: Pau-ferro, Ibirá-Obi, Icainha, Imirá-Itá, Jacá, Jucá, Jucaína, Muiarobi, Muiré-itá, Pau-Ferro-do-Ceará
» Família: Fabaceae
» Categoria: Árvores, árvores ornamentais, medicinal
» Clima: Equatorial, subtropical e tropical
» Origem: América do Sul, Brasil
» Altura: acima de 12 metros
» Luminosidade: Sol pleno
» Ciclo de vida: Perene