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O meio ambiente precisa de ajuda. Que tal separar minutos do seu dia para plantar uma semente que vai dar como frutos cidades mais verdes, com flora e fauna diversificadas, um ar mais puro, nascentes de rios protegidas e mais qualidade de vida?

Esse pacotinho do bem que veio junto ao jornal faz parte do projeto Santa Semente, uma ação do Santa Notícia que, em parceria com o Centro Educacional Leonardo da Vinci; Fiore; Instituto Coopeavi; Esfa; Stillo Drywall; Mata Agroflorestal; Nilton Broseghini; Projeto Ecco; Dr. Dionísio Boschetti, da MTrab – Medicina e Segurança do Trabalho; e o médico veterinário Gabriel Pizziolo, visa despertar a consciência ambiental e a sustentabilidade.

Ao plantar essa semente, você está dando, junto conosco, o primeiro passo. E as ações não param por aí. Em breve, mais novidades do Santa Semente.

Plante essa ideia!

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Sobre a semente

» Nome científico: Caesalpinia leiostachya
» Nomes populares: Pau-ferro, Ibirá-Obi, Icainha, Imirá-Itá, Jacá, Jucá, Jucaína, Muiarobi, Muiré-itá, Pau-Ferro-do-Ceará
» Família: Fabaceae
» Categoria: Árvores, árvores ornamentais, medicinal
» Clima: Equatorial, subtropical e tropical
» Origem: América do Sul, Brasil
» Altura: acima de 12 metros
» Luminosidade: Sol pleno
» Ciclo de vida: Perene

A Defesa Civil de Santa Teresa informa que está em Estado de Alerta, devido as precipitações ocorridas nos últimos dias. Estamos em mais um período chuvoso e, por conta disso, a Defesa Civil alerta a população para os dramas que se repetem em várias cidades brasileiras. É recomendada a população teresense evitar áreas sujeitas a alagamento ou com risco de deslizamentos de encostas, morros e barreiras. Outra dica é evitar trafegar em locais que ofereçam pouca ou nenhuma proteção contra raios e ventos fortes.

A Defesa Civil Estadual informou que o alto alerta de risco de deslizamento está mantido para Santa Leopoldina, Santa Teresa e Santa Maria de Jetibá, por causa da quantidade de chuvas que têm atingido a região. A previsão do tempo para esta sexta-feira (31), de acordo com o portal Climatempo, é de sol e aumento de nuvens de manhã e pancadas de chuva à tarde e à noite. Máxima de 24 graus e mínima de 15. A previsão para o fim de semana é de sol sem chuvas.

Em situação de risco procure um local seguro e acione a Defesa Civil ou os Bombeiros Voluntários pelo telefone (27) 3259 2122 – 3259 2125.

www.santateresa.es.gov.br / www.climatempo.com.br

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“O que mais me fascina na fotografia é fazer fotos noturnas, justamente pela sua originalidade.
E a Itália oferece muito mais que isso. Andar pelas ruas italianas é viver e respirar história.
É se emocionar com a beleza que à noite nos oferece.”

Quem é Clara Belote?
Sou Clara Belote, tenho 27 anos e desde 2008 moro em Verona-IT. Sou capixaba, filha de pais mineiros e muito bem casada. Estudo fotografia e amo isso! Definitivamente é minha vocação.
Ao mesmo tempo sou uma pessoa da paz e do amor, que se dedica diariamente a prática da filosofia budista.
Amo a arte, filmes, tatuagens e a moda hippie. Sigo minha vida com um simples pensamento budista:
“Se não puder fazer o bem, tente sempre não fazer o mal”

As florestas da região das três Santas (Santa Maria do Jetibá, Santa Teresa e Santa Leopoldina) abrigam uma das maiores biodiversidade do mundo. Por essa razão é conhecida internacionalmente e atrai visitantes de todos lugares. No entanto a biodiversidade da nossa região vem sendo ameaçada desde nossa colonização. Vale lembrar que antes da nossa chegada em meados de 1860, toda essa região era coberta por floresta nativa de Mata Atlântica. Hoje aquela floresta exuberante e contígua foi substituída por fragmentos de florestas normalmente restritos a topo de morros ou em reservas protegidas como Reserva Biológica Augusto Ruschi e Santa Lucia. Ao desmatarmos as florestas nativas da nossa região afetamos a biodiversidade das seguinte maneiras.

A PERDA DE HABITAT causada pelo desmatamento é o impacto mais direto na biodiversidade. Muitas espécies de plantas e animais ocorrem apenas em determinadas áreas e podem ser extintas se essa área for desmatada. É possível que muitas espécies já foram extintas em decorrência do desmatamento, antes mesmo de terem sido descobertas pelos cientistas.

Outro resultado do desmatamento é FRAGMENTAÇÃO DO HABITAT. A paisagem da nossa região é um exemplo clássico desse impacto na biodiversidade. O que vimos atualmente são remanescentes de florestas nativas e normalmente isolados uns dos outros por estarem restritos a topos de morro. Espécies adaptadas a viverem em grandes áreas de floresta nativa e que são restritas a habitar esses fragmentos, geralmente evitam ou não tem capacidade de atravessar áreas desmatadas, como por exemplo zonas urbanas, plantações agrícolas e de eucalipto. O resultado desse isolamento de populações de uma mesma espécie em fragmentos florestais, geralmente pequenos e isolados, gera uma cascata negativa de efeitos genéticos e pode resultar na extinção das mesmas. Outras espécies que preferem áreas alteradas são favorecidas nesse novo ambiente e tem mais chances de eliminarem por competição as espécies ocorrentes nos fragmentos florestais.

A terceira via ameaçando a sobrevivência da biodiversidade na nossa região denomina-se DESCONEXÃO DO HABITAT, isto é a separação de locais que as espécies utilizam ao longo da vida. Por exemplo, muitas espécies de anfíbios (sapos, rãs e pererecas) dependem de um ambiente terrestre e aquático para se alimentarem e reproduzirem. Por isso, precisam se locomover de um lugar para o outro a procura de ambientes adequados. No entanto, certas espécies não conseguem se deslocar por locais desmatados. Esse é um cenário semelhante ao que vemos na nossa região, onde as florestas estão em topos de morro e os vales estão ocupados por agricultura ou silviculturas. Nesse cenário, anfíbios que vivem nas florestas e reproduzem em ambientes aquáticos precisam atravessar as plantações para atingir os ambientes que usam para se reproduzir, já que os corpos d’água como poças, lagoas, e córregos, normalmente ocorrem apenas nos vales. Muitos evitam sair das florestas mas aqueles que arriscam a travessia correm sérios riscos de serem predados ou dessecarem. A consequência da desconexão do habitat é a extinção de espécies que somente vivem em florestas nativas e que se reproduzem em ambientes aquáticos presentes nos vales. Embora o exemplo do estudo tenha sido com anfíbios, é provável que a desconexão do habitat afete outros animais com história de vida semelhante.

Diante do exposto acima nos perguntamos: como podemos ajudar a manter a biodiversidade da nossa região? A resposta mais direta para essa pergunta é NÃO DESMATAR. As matas nativas possuem um valor fundamental para conservação dos animais e plantas. Até mesmo as matas secundárias que muitas vezes são chamadas de capoeiras são importantes pois permitem a passagem de certos animais florestais. Aliado a isso, podemos ao mesmo tempo estimular a manutenção ou criação de conexões florestais entre os fragmentos florestais e também entre os fragmentos e os corpos d’água presentes nos vales. Em termos do cenário da paisagem dessa região, essas duas iniciativas são consideradas fundamentais para conservar a biodiversidade ocorrente em áreas florestadas. Como exemplo, pesquisadores capixabas recentemente demonstraram que poças d’água conectadas a fragmentos florestais por meio de corredores, abrigam mais espécies de anfíbios que poças circundadas apenas por áreas alteradas pelo homem. Leia o trabalho desses pesquisadores no link disponível abaixo. A conclusão é que podemos fazer nossa parte para salvar nossa biodiversidade!

Link do artigo científico: http://www.scielo.br/pdf/isz/v102n2/08.pdf

 

O quarteto

O quarteto

O Quarteto Vitória de Violões, se apresenta gratuitamente nas “Três Santas” esta semana. Na quinta (28), a apresentação acontece no Museu do Colono, em Santa Leopoldina; na sexta (29) no Museu de Biologia Mello Leitão, em Santa Teresa; e no sábado (30), na praça de Santa Maria de Jetibá, sempre às 19h.

Os músicos prometem um repertório com danças populares brasileiras como ponteio, frevo e ciranda, modinhas como o cateretê e o xote e ainda maxixe e baião. O Quarteto tem um repertório variado, entre a música erudita e popular abrangendo vários períodos musicais, estilos e ritmos, que marcaram a evolução da música até os dias atuais.

As apresentações fazem parte do Circulação Cultural da Secult 2013, e o projeto leva o nome de “Furiosa: Música Brasileira em Concerto” que  tem difundido e incentivado a música instrumental brasileira e o folclore capixaba. “Além de ser titulo de uma das músicas que apresentaremos, a ‘Furiosa’ é como se denominam as tradicionais bandas do interior paulista que saem a tocar pelas praças e ruas. A escolha se deve a essa pluralidade de significados que o termo carrega, que muito se encaixa ao processo criativo que vivemos com o Quarteto”, explica o músico Matheus Chagas.

Além dele, o grupo é formado por Phillipp Areias, Caio Rodrigues e Eliseu Martins e já venceu alguns importantes prêmios na área do violão, entre eles o primeiro lugar no 10º Concurso Internacional de Guitarra Cesar Cortinas, no Uruguai, obtendo por unanimidade o 1° lugar na categoria Música de Câmara. Vale a pena conferir!

QUARTETO VITÓRIA VIOLÕES circulando para uma série de apresentações:

Santa Leopoldina – Museu do Colono(28/11);
Santa Teresa – Museu de Biologia Mello Leitão (29/11);
Santa Maria de Jetibá – Praça Florêncio Augusto Berger – Centro (30/11);

Todos os Espetáculos tem início às 19h00 e a entrada é gratuita!